quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Quando a gente ama, simplesmente AMA!
Quem muito quer explicar, explanar sobre seus sentimos, deixa de viver a intensidade do amor verdadeiro. Para o amor ser amor, não é preciso defender uma tese, criar fórmulas, basta vivê-lo na sua essência, simplicidade, in natura...
domingo, 25 de setembro de 2011
Move your ass!
Uns ficam apenas sensibilizados, outros são alienados, normóticos e institucionalizados, a maioria é coadjuvante na história e poucos vão lutar para acabar com as mazelas do mundo. Não adianta só ficar indignado, porque tem o outro como causa, não precisa de novas causas, move your ass!!!
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Não fomos libertos dos grilhões!
Um dos males do povo brasileiro é não fazer uma reflexão a cerca do que foram os fatos históricos e seus desdobramentos, triste é ver a galera reduzir a importância desses fatos históricos em um mero feriado pro churrasco e praia. Enquanto essa galera continuar bestializada comemorando uma independência que não existe de fato, os os caras de paletó e gravata lá em Brasília vão continuar com a maior fatia do bolo enchendo os canecos das minorias com migalhas. Não fomos libertos dos grilhões! Pare, pense e tome uma iniciativa!
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Historiador: profissão quase regulamentada
Mais uma etapa no processo de regulamentação da profissão de historiador se cumpriu nesta terça-feira (5). O PLS 368/09, que trata do assunto, passou pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) e seguiu para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, última parada antes de ir para Câmara dos Deputados.
A Câmara deve encaminhar o projeto para as comissões de Educação e Trabalho. Se aprovada nestas instâncias fica a cargo da presidenta da República sancionar a lei. Se tiver qualquer emenda, o projeto volta ao Senado e passa pelo processo novamente. Ainda não há data para o PLS ser discutido na CAS, comissão onde normalmente os projetos de regulamentação de profissões.
O projeto em questão, aliás, já passara pela CAS, em uma decisão chamada de terminativa, quando não precisa passar pelo plenário e é indicada diretamente para a Câmara, mas foi pedida, à época, para que ele passasse por outras comissões.
Apesar do avanço no processo e do apoio de senadores como Cristovam Buarque, do PDT-DF, que já escrevera, em 2009, relatório favorável à emenda, o projeto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), recebeu críticas de outros parlamentares. O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) argumentou que o projeto pode aumentar a burocratização na hora da produção de livros, como a necessidade de filiação em uma ordem da categoria. Ele citou ainda autores como Evaldo Cabral de Mello e Boris Fausto, como exemplo de que a falta de diploma de História não teria interferido em sua produção literária.
Fonte: www.revistadehistoria.com.br
A Câmara deve encaminhar o projeto para as comissões de Educação e Trabalho. Se aprovada nestas instâncias fica a cargo da presidenta da República sancionar a lei. Se tiver qualquer emenda, o projeto volta ao Senado e passa pelo processo novamente. Ainda não há data para o PLS ser discutido na CAS, comissão onde normalmente os projetos de regulamentação de profissões.
O projeto em questão, aliás, já passara pela CAS, em uma decisão chamada de terminativa, quando não precisa passar pelo plenário e é indicada diretamente para a Câmara, mas foi pedida, à época, para que ele passasse por outras comissões.
Apesar do avanço no processo e do apoio de senadores como Cristovam Buarque, do PDT-DF, que já escrevera, em 2009, relatório favorável à emenda, o projeto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), recebeu críticas de outros parlamentares. O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) argumentou que o projeto pode aumentar a burocratização na hora da produção de livros, como a necessidade de filiação em uma ordem da categoria. Ele citou ainda autores como Evaldo Cabral de Mello e Boris Fausto, como exemplo de que a falta de diploma de História não teria interferido em sua produção literária.
Fonte: www.revistadehistoria.com.br
O todo do cotidiano
Há quem acredite que o amor está atrelado ao domínio territorial, ao esforço infindável de se fazer presente na vida do outro e nessa vale tudo, desde tirar 759 fotos com 759 poses diferentes e 759 figurinos a demarcar território igualzinho aos nossos amigos caninos, sair curtindo até mesmo aquilo que era considerado "incurtível" na tentativa de agradar a pessoa amada, despersonalizar, até se tornar um anexo da pessoa amada.
Eu amo e sei que quem ama cuida, tem apreço, quer o melhor sempre, reconhece os seus defeitos, tenta melhorar, muda, mas não perde a personalidade para amar você precisa ser você de fato, sem medo de ser feliz, sem muita firula.
A essência do amor está na simplicidade, em ceder, renunciar, em não tentar ser genial 24 horas por dia, 7 dias da semana , 365 dias do ano, mas deixar com que as coisas aconteçam naturalmente. Amar sem escravizar, sem oprimir, sem sufocar, sem fazer xixi nos quatro cantos da vida da pessoa amada, porque o amor verdadeiro não se constrói com 50 mil frases de bom dia e boa noite, mas sim com o simples gesto de partilhar do todo do cotidiano.
Eu amo e sei que quem ama cuida, tem apreço, quer o melhor sempre, reconhece os seus defeitos, tenta melhorar, muda, mas não perde a personalidade para amar você precisa ser você de fato, sem medo de ser feliz, sem muita firula.
A essência do amor está na simplicidade, em ceder, renunciar, em não tentar ser genial 24 horas por dia, 7 dias da semana , 365 dias do ano, mas deixar com que as coisas aconteçam naturalmente. Amar sem escravizar, sem oprimir, sem sufocar, sem fazer xixi nos quatro cantos da vida da pessoa amada, porque o amor verdadeiro não se constrói com 50 mil frases de bom dia e boa noite, mas sim com o simples gesto de partilhar do todo do cotidiano.
domingo, 5 de junho de 2011
As muitas formas de dizer que te amo....
Há quem proclame o amor aos quatro cantos do mundo,
há também aqueles mais discretos, que não deixam de
amar um só segundo mesmo sem proferir palavra alguma.
O amor muitas vezes se faz maior e verdadeiro no silêncio,
nos pequenos gestos do dia a dia,
num olhar que por si só vale mais do que os versos
de Camões, Pablo Neruda & Cia já declamados
aos quatro cantos do mundo.
Num mundo onde tudo que é escancarado consequentemente é
banalizado, eu prefiro te amar assim discretamente, em silêncio
te envolvendo em meu abraço,
ora dizer que Te Amo ao pé do ouvido em tons suaves e baixinho...
há também aqueles mais discretos, que não deixam de
amar um só segundo mesmo sem proferir palavra alguma.
O amor muitas vezes se faz maior e verdadeiro no silêncio,
nos pequenos gestos do dia a dia,
num olhar que por si só vale mais do que os versos
de Camões, Pablo Neruda & Cia já declamados
aos quatro cantos do mundo.
Num mundo onde tudo que é escancarado consequentemente é
banalizado, eu prefiro te amar assim discretamente, em silêncio
te envolvendo em meu abraço,
ora dizer que Te Amo ao pé do ouvido em tons suaves e baixinho...
sábado, 16 de abril de 2011
Direitos Humanos no Brasil: panorama e paradoxos
A luta pela efetivação dos Direitos Humanos no Brasil chegou em 2010 com novas perspectivas e desafios renovados. Vale traçarmos uma linha do tempo para compreendermos a dimensão da quão árdua tem sido essa luta. A década de 1970 caracterizou-se pela luta contra o autoritarismo. A de 1980, pela luta pró-democratização e gama de direitos conquistada durante o processo constituinte. A de 1990, pela enorme ampliação da pauta de reinvindicações sociais em inúmeras searas.
A década dos anos 2000, que se finda neste 2010, será lembrada pela conquista de novos espaços participativos, pela redução gradual e sistemática – porém, cada vez mais acelerada- das desigualdades sociais e, sobremaneira, pela percepção cada vez mais clara de que é necessário seguirmos em frente, pois o próprio cenário de liberdade em que vivemos nos facilita ver quantas violações ainda ocorrem diuturnamente.
A insurgência das redes de defesa e promoção dos direitos humanos, catalisadas pelas novas mídias, reforça o que há de mais importante na disputa travada diariamente pela dignidade humana: a necessidade de nos vermos ofendidos enquanto humanidade toda a vez que a dignidade de uma pessoa é violada, afastando por completo a ideia de que esta possa ser uma violação singular. É por essa razão que hoje o movimento de mulheres apoia a luta quilombola, o movimento sem-terra defende o fim da impunidade em relação aos crimes da ditadura e ao movimento que defende os direitos das crianças e dos adolescentes.
Os relatórios estudados sobre direitos humanos no Brasil levam à conclusão de que não se tratam de disputa por uma nova Constituição, mas sim pela efetivação da Constituição Cidadã de 1988, construída por meio de um amplo processo participativo e que garante um conjunto de direitos que nossa sociedade ainda não foi capaz de efetivar. Mais ainda pelas características históricas do processo constituinte de 1988 é que se legitima o meio elegido: a luta social e participação política.
A década dos anos 2000, que se finda neste 2010, será lembrada pela conquista de novos espaços participativos, pela redução gradual e sistemática – porém, cada vez mais acelerada- das desigualdades sociais e, sobremaneira, pela percepção cada vez mais clara de que é necessário seguirmos em frente, pois o próprio cenário de liberdade em que vivemos nos facilita ver quantas violações ainda ocorrem diuturnamente.
A insurgência das redes de defesa e promoção dos direitos humanos, catalisadas pelas novas mídias, reforça o que há de mais importante na disputa travada diariamente pela dignidade humana: a necessidade de nos vermos ofendidos enquanto humanidade toda a vez que a dignidade de uma pessoa é violada, afastando por completo a ideia de que esta possa ser uma violação singular. É por essa razão que hoje o movimento de mulheres apoia a luta quilombola, o movimento sem-terra defende o fim da impunidade em relação aos crimes da ditadura e ao movimento que defende os direitos das crianças e dos adolescentes.
Os relatórios estudados sobre direitos humanos no Brasil levam à conclusão de que não se tratam de disputa por uma nova Constituição, mas sim pela efetivação da Constituição Cidadã de 1988, construída por meio de um amplo processo participativo e que garante um conjunto de direitos que nossa sociedade ainda não foi capaz de efetivar. Mais ainda pelas características históricas do processo constituinte de 1988 é que se legitima o meio elegido: a luta social e participação política.
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